CÂMBIO MECÂNICO

 Em CÂMBIO

Olá estimado leitor(a).

Vamos iniciar o ano tratando de aspectos técnicos que estão relacionados ao sistema de transmissão.

Pois bem, sabemos que a transmissão desempenha um importante papel para o bom funcionamento dos veículos. Dada tamanha importância, esse sistema vem, ao longo do tempo, sofrendo constante evolução e aperfeiçoamento. Isso tudo com o objetivo de elevar o nível de conforto e aumentar, cada vez mais, a performance da transmissão em todos os sentidos.

Para que possamos nos situar nesse “mundo” vamos dividir os câmbios em 4 categorias básicas:

Os câmbios mecânicos (que já sinalizam sua queda no mercado automotivo), os câmbios automáticos, os câmbios automatizados e os câmbios do tipo CVT.

Cada um deles possui características próprias de funcionamento, desempenho, vantagens e desvantagens. Justamente por essa grande diversidade é que os profissionais têm dificuldades, muitas das vezes, para explicar, quando questionados, como funciona cada um deles.

Pensando nisso, é que resolvi dedicar algumas edições para explicar quais as peculiaridades de cada uma das categorias citadas acima.

Vamos iniciar pelo câmbio mecânico:

Esse tipo de câmbio foi (e ainda é) amplamente empregado nos veículos de maneira geral. Todavia, seu uso se aproxima, cada vez mais, da extinção uma vez que as outras modalidades de câmbio vêm conquistando os brasileiros pela série de vantagens que oferecem.

Como características principais podemos citar o seguinte:

  • O elo de ligação com o motor é feito por meio de embreagem;

  • Suas engrenagens estão montadas em árvores e em contato constante umas com as outras (exceto a ré na maioria dos casos);

  • Os dentes das engrenagens são do tipo (na maior parte das vezes) helicoidais ou retos;

  • O engate das marchas é feito, quase sempre, por meio de luvas deslizantes impulsionadas por garfos e com o auxílio de anéis sincronizadores (para evitar os “arranhões” no momento da troca);

  • A troca das marchas depende da ação humana e é feita por meio de uma alavanca (alavanca de câmbio) e nem sempre isso ocorre de maneira correta.

Enfim, essas são as principais particularidades dessa modalidade de câmbio e por se tratar de “um velho conhecido” não serão aprofundados os estudos a seu respeito.

Encerro agradecendo pelo tempo que você dedicou para essa leitura bem como convido-lhe para curtir a nossa página: Facebook.com/hellistreinamentos

Hélio Czerny

Instrutor e proprietário da Hellis Treinamento e Desenvolvimento

E-mail: helio@hellistreinamentos.com.br

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